quinta-feira, 12 de julho de 2007

Caí de paraquedas, mas caí em pé...

Bom, esse é meu primeiro texto no meu tal de blogg... Nem sabia que para viver no mundo virtual precisava ter um blog oficial, mas já que criei o meu, deixa eu me manifestar: Estou assustado com a velocidade da democratização do conhecimento. Quando íamos imaginar que no futuro ( que já chegou, lógico) haveria tanta tecnologia a nossa disposição? ( ou ontra nós né?) Mas creio que todas as ferramentas virtuais podem se transformar em fantásticas oportunidades de interação, com combinações ilimitadas...
E é isso que pretendo fazer: Explorar bastante esse universo... No começo só para aprender a lidar com ele, para depois domá-lo sem dó e fazê-lo meu mordomo virtual... Deus nos fez para dominarmos as coisas e não o contrário.
Abraços.

Aloysio Fernandes

3 comentários:

Aloysio Fernandes disse...

Pois é, que falta faz uma fama as vezes... kkkkkkkk
Olha, se voce tiver que comentar no seu blog pra nao ficar vazio, pode mudar de ramo..kkkk
Mas como o senso de humor tem que estar presente em todas as situações, não perdi a oportunidade ...
Parabéns ao autor do texto: Caí de paraquedas,mas caí em pé...
é de uma inteligencia fina rara.
Entrarei sempre nesse blog aqui para me deleitar da inteligencia de textos como esse que não vemos nem mesmo em sites consagrados, como: Nessssssa... é poeira demais!!!
Digo: Uooolll... Terra!
É isso aí, até a proxima...

Ana Beatriz Goulart Pereira disse...

Cá estamos nós...Aloysio. Adorei seu comentário sobre o tal futuro, bem aqui no entorno de nós. "Va bene" que minha poltrona nem é tão confortável assim, mas o toque é esse: ver, conhecer, fazer as coisas acontecerem, portanto.
Um imenso abraço, por seu feedback animador!
Com carinho,
Bia

Aloysio Fernandes disse...

A mudança é uma máquina que funciona continuamente se impondo a todos. Resta saber se vamos subir de carona nesse sistema ou se somos esmagados. Eu certamente já me decidi quanto a isso: Vou além de subir, olhar firmemente para a frente e para os lados, esticando a minha mão para alcançar todos que estiverem ao meu redor, para trazê-los junto a mim, dizendo:
Não deixemos ser esmagados, nos permitamos subir nessa máquina para a aprender como ela funciona e então decidirmos onde queremos que ela nos leve...